Para ouvir:

Sortimento
Difícil afirmar isso, principalmente pra uma fã tão incondicional como eu, mas tenho considerado muito a possibilidade de encarar o Sortimento como o melhor disco da Zélia Duncan. Diria que é um dos discos obrigatórios de quem gosta da "nova" música brasileira.
Saraiva
Americanas.com
Submarino
Som Livre

Para ver:

Clube da Luta
Acho que mesmo que eu adorasse filme de porrada não teria gostado tanto de Clube da Luta. É surpreendente, tudo bem, mas o que me conquistou nele foi a loucura, que eu identifiquei como muito próxima da minha.
Saraiva (VHS)
Saraiva (DVD)
DVD World (DVD)
Submarino (DVD)

Para ler:

Diário Noturno
Sempre gostei de brincadeiras com a nossa Língua. Mas o livro do Gabriel, pra mim, vai além disso: é mesmo um instrumento de trabalho, que eu já aproveitei como exercício de articulação dos sons da fala, e vou usar em questões referentes a leitura e escrita. Recomendo especialmente para os fonoaudiólogos que me visitam.
Submarino
Saraiva
Sodiler
Siciliano
Sexta-feira, Julho 20, 2001

Eu sou uma pessoa de sorte, mesmo. Mas com certeza não é por ter um bom acesso à inernet, já que fiquei quatro dias com o último texto pronto, esperando uma conexão que me permitisse enviar pro Blogger. Enfim, coisas da internet e da informática.

Por que, então, tenho sorte? Porque estava assistindo despretensiosamente ao Multishow, mais pra tentar me decidir se cancelamos mesmo a Net ou se continuamos com a tv a cabo, já que assistimos com muito prazer a alguns canais da Globosat.

Bom, então vi uma propaganda sobre o programa
Música Brasileira, apresentado pelo João Marcello Bôscoli. Fiquei a fim de ver, mas não muito animada, porque sempre esqueço ou nunca estou em casa na hora dos programas que me agradam. Mas, como eu disse, sou uma mulher de sorte, e o tal programa ia passar daí a 20 minutos, bem na minha frente. Peguei uma fita pra gravar e fiquei esperando.

Vou falar do que mais deu prazer ao ver esse programa: o Funk Como Le Gusta. Cara, é um lance esquisito, porque eu já tinha ouvido alguma coisa deles no rádio e acho que nem gostei muito. Mas, vendo ali, aquele público dançando, aquelas 13 pessoas (foi o que eles disseram, porque não consegui contar) tocando com alma, pelo prazer mesmo de fazer música, eu gostei pra caramba.

Mas não foi só gostar da banda, não. Pensei assim: bom, deve ter um monte de gente que vai achar esse som um lixo, mas essa banda não é pra quem gosta da música deles, do estilo deles. Não se trata de gostar de funk, soul, hip hop ou seja lá o que for. Aquela era uma banda pra quem gosta de música . (leia-se ponto) Fiquei morrendo de vontade de estar lá naquele auditório, ouvindo e dançando com eles. Depois deu vontade de tocar naquela banda, ou cantar com eles, que é o mais próximo que eu poderia chegar de fazer parte daquela música.

Lembrei com muita, mas muita mesmo, saudade dos shows que a gente via em São Paulo, do Gueto , do Luni, do Fábrica Fagus, quando eu até pensava que estava lá por causa das canções, mas que nada, era por causa do jeito como os caras tocavam, do tanto que era bom ver o jeito deles, mesmo quando faziam ao vivo canções inéditas, e a gente dançava e até cantava os refrões com o maior gosto.

Cara, era muito bom. Dava vontade de fazer parte daquilo, tocar qualquer coisa, "berrar" (como dizia o Ricardo) no fundo dos vocais, sei lá, qualquer coisa só pra poder fazer música.

Foi isso que senti ouvindo e vendo o Funk Como Le Gusta no programa do João Marcello, e foi também como me senti ouvindo a banda do Tim Maia, a Banda Vitória Régia, tocando na homenagem feita a ele na entrega do Prêmio Multishow de Música Braslileira desse ano. Não importa se o Tim Maia era estrela, fazia música brega ou o que for. A música estava ali, no que ele fazia.

E, já que falei de novo do Multishow, estou pendendo mais pro lado de não cancelar a assinatura, porque quem gosta de música brasileira tem que ter esse canal.
Por Vanessa às 01:20 | link | comentários


Domingo, Julho 15, 2001

Eu ligo o rádio à pilha e a tv
só pra você me escutar
que a nova música eu fiz agora
lá fora a rua vazia chora
e eu te chamo
eu te peço, vem
e diga que você me quer
porque eu te quero também
eu te amo
e eu berro vem
e grita o que você quiser
que eu vou gritar também
pra eu te dar minha mão nessa hora
levar as malas pro fusca lá fora
eu vou guiando
eu te espero, vem
e siga onde vão meus pés
que eu te sigo também

A Raquel Uyeda é minha amiga há um tempão, e a gente tem resistido ao tempo e à distância. Ela mais que eu, né, porque sempre me escrevia, mesmo depois de eu sumir por meses.

Quando fazíamos cursinho juntas (trabalhávamos no Anglo de São Paulo em troca de bolsa), trocávamos bilhetes e segredinhos acompanhados de letras de música e, eventualmente, de alguns poemas.

Então, agora ela diz que lê isso aqui e tem saudade... Eu também tenho, mas não fico triste, porque minha vida caminhou, como já disse aqui noutra ocasião, e a saudade é só uma boa maneira de querer ver os amigos que viveram comigo essas coisas legais, de quando eu tinha tanto tempo pra escrever à mão as letras de umas quinhentas canções de que gostava.

A Raquel falou do
Nando Reis, e concordo com ela: como cantor, é assim um pouco mais ou menos, mas tem feito umas canções muito legais, bem diferentes das "listinhas" que ele fazia alguns anos atrás, quando era gravado só pelos Titãs.

Eu até já falei de uma que eu adoro, que é Luz dos olhos, gravada pelo Cidade Negra e pela Cássia Eller. Tem ainda Meu mundo ficaria completo (Com você), Sortimento, O Segundo Sol e E.C.T., claro, que eu amo!

Raquel, você precisa aparecer ao vivo, tá? Beijinho procê.
Por Vanessa às 20:11 | link | comentários


Quinta-feira, Julho 05, 2001

Então, essa é minha estréia. Ela não vai ser tão emocionante quanto eu tinha planejado. Eu adoro esse site e já o vinha namorando desde o começo, mas o convite me pegou de surpresa e, como sou tímida, fiquei pensando com que assunto eu teria coragem de começar. Hoje, afinal, apareceu um que achei bom, e gastei talvez uma meia hora aqui falando dele. Minha inexperiência, porém, me censurou: quando fui mandar o texto aconteceu alguma coisa errada e ele se perdeu. Conclusão: minha inspiração se foi. Mas resolvi aparecer rapidinho só pra dar o ar da graça e dizer que 'tou feliz, enfim, por estar por aqui. Assim que aprender a manejar direito essa ferramenta, volto com uma conversa melhor. Hoje vai só o teste e o obrigada à Nessa por me incluir. Até logo mais.


Recebi um email do Rodrigo meio que me dando bronca - na verdade mais uma "sugestão" - pra eu escrever mais. Obrigada, cara, por gostar do que lê no Atalanta. Eu também adoro escrever aqui, mas tenho levado uma vida meio corrida. Como já disse pra ele num email particular, estou melhorando...

O blog do Rodrigo é muito legal, ele conta "historinhas" de um modo que prende a gente, e faz aquilo que eu gosto de ver em textos, de brincar com palavras e com o Português. Vou freqüentar mais sua página.
Por Vanessa às 00:41 | link | comentários


Quarta-feira, Julho 04, 2001

Agora eu posso falar que quem foi convidada pra escrever comigo esse site foi a Tati, minha irmã. Antes era surpresa, por isso não tinha dito o nome dela.

Pegando o embalo, chamei a Rita pra fazer parte também, e ela disse que vai falar sobre filmes, já que vai mais ao cinema do que a shows.

Bom, se fosse preciso que eu freqüentasse assiduamente algum desses programas, o Atalanta jamais teria passado de uma distante idéia. Portanto, Rita, aqueça os dedos e mande ver.

Por falar nisso, Tati, já faz uma semana que estamos esperando a sua estréia. Não vale ficar acanhada, heim? E se quiser publicar seus outros escritos também, use e abuse do seu espaço. Como dizia o velho slogan de um banco, "pode entrar que a casa é sua". (Nossa, como eu tou velha!)
Por Vanessa às 23:52 | link | comentários


Domingo, Julho 01, 2001

Nossa, um monte de gente me escreveu pra falar desse negócio do camelo. E teve um cara de Juiz de Fora, Minas, e outro do Rio, os dois dizendo que pra eles camelo sempre foi bicicleta. Coisas da "Língua Brasileira".

Houve também umas pessoas que falaram do trocar um cheque, que é a mesma coisa que descontar um cheque. Eu também entendo dessa forma, mas desde a primeira vez em que ouvi isso fiquei cismada, achando que era alguma gíria relacionada a droga. Considerando a letra toda, o trecho em que a expressão aparece, faz até sentido que seja só uma coisa tão trivial quanto descontar um cheque.

Gostei de as pessoas me escreverem. Aliás, isso deu um empurrãozinho pra uma idéia que já existia, mas não tinha sido executada. Agora, no final de cada texto tem um "comentários", que é pra isso mesmo, pras pessoas escreverem o que quiserem sobre o que eu falei. Aliás, só eu, não...

A outra novidade é essa: convidei uma pessoa especial pra fazer parte do Atalanta junto comigo, e ela já pode começar a publicar o que quiser, quando quiser. Faça bom proveito, tá? No final de cada texto vai ter o nome de quem escreveu, o meu ou o dela, pra vocês identificarem a autora do texto.

É isso aí, por enquanto. Obrigada pelas informações sobre o vocabulário das nossas letras. Continuem colaborando comigo. Inté.




novas | antigas | radio | livro | sugestoes | e-mail | ?



© Vanessa Pacheco, Brasília, 2000
Atualizado com o Blogger
Feito pelo Marcus