Para ouvir:

Sortimento
Difícil afirmar isso, principalmente pra uma fã tão incondicional como eu, mas tenho considerado muito a possibilidade de encarar o Sortimento como o melhor disco da Zélia Duncan. Diria que é um dos discos obrigatórios de quem gosta da "nova" música brasileira.
Saraiva
Americanas.com
Submarino
Som Livre

Para ver:

Clube da Luta
Acho que mesmo que eu adorasse filme de porrada não teria gostado tanto de Clube da Luta. É surpreendente, tudo bem, mas o que me conquistou nele foi a loucura, que eu identifiquei como muito próxima da minha.
Saraiva (VHS)
Saraiva (DVD)
DVD World (DVD)
Submarino (DVD)

Para ler:

Diário Noturno
Sempre gostei de brincadeiras com a nossa Língua. Mas o livro do Gabriel, pra mim, vai além disso: é mesmo um instrumento de trabalho, que eu já aproveitei como exercício de articulação dos sons da fala, e vou usar em questões referentes a leitura e escrita. Recomendo especialmente para os fonoaudiólogos que me visitam.
Submarino
Saraiva
Sodiler
Siciliano

Para navegar:
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Lista
Terça-feira, Abril 23, 2002

Estou ouvindo de novo o Sortimento, depois de um longo período de abstinência. Como é bom esse disco!
Sortimento, a canção, é muito boa. Quando a Tati falou que ela também era uma das listinhas do Nando Reis, ainda que uma boa listinha, eu fiquei um pouco confusa, não pensava isso da canção. Pensando melhor, ela é mesmo uma lista, então, o que tem de especial? Vou ser muito imparcial, mesmo: o que pode ter de especial, senão que é cantada pela Zélia Duncan??? Óbvio que não ia parecer uma canção besta e vulgar, né? Aliás, parece que a lista da Zélia está sendo ressuscitada, o que eu acho ótimo, porque vou poder saber dos shows em Brasília e vou poder matar a saudade de minha querida Rachel Helena.
Por outro lado, vai ser uma tortura ver todas aquelas dicas de programas da tevê a cabo, que eu não tenho mais, e ficar com dor de estômago por não poder nem tentar ver. Bem, pensando melhor, talvez essa dor de estômago seja menos ruim que a que eu sentia quando via os emails depois de os programas já terem passado ou, o que era pior, quando via antes mas não lembrava de assistir ou programar pra gravar :§
Muito boa também é Desconforto, nossa, é desconfortável, mesmo, o modo como os caras falam aquilo do fundo da alma. Aliás, Alma, né?
Bem, tudo isso eu já falei há quase um ano quando ganhei o disco, então, deixa eu ficar só suspirando pra não ficar repetitiva...
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Vanessa às 08:52 | comentários


Quarta-feira, Abril 10, 2002

Como o jornalismo em Brasília é pobre! Todo ano, nos eventos ou datas típicas, o telejornal local (e eu estou falando da Rede Globo, não é de outra emissora, não) tenta inovar, mas faz sempre as mesmas matérias, todinhas iguais, o que muda é só um ou outro personagem. Quando chega a seca, os repórteres vão nos bairros onde não há asfalto e entrevistam donas-de-casa agoniadas com a poeira e com as doenças das crianças. Quando chegam as chuvas, mostram matérias de motoristas descuidados e dão dicas de como não bater o carro num dia de tempestade. Quando começa o horário de verão, entrevistam pessoas que se incomodam porque têm de sair de casa com o céu escuro, e outras que adoram chegar do trabalho com dia claro. Quando acaba o horário de verão, entrevistam os que estão felizes por não terem que acordar de "noite" e os que se chateiam por não poder mais aproveitar o sol do fim do dia. Nas festas de Natal, dão dicas de como enfeitar árvores com pouco dinheiro e muita criatividade. Na Páscoa, ensinam a fazer ovos caseiros. Enfim, tudo sem nenhuma informação efetiva, e com posicionamentos ambíguos, sem nada realmente novo ou útil pra mostrar.
Tenho saudade do SPTV, que já começou como um jornal atuante, falando do que realmente interessava aos paulistanos, sem deixar de lado esse aspecto de "utilidade pública".
O que eu lamento é ver que, na capital do País, as únicas matérias que realmente dizem algo são aquelas sobre a política nacional. Talvez seja por isso que Brasília tenha essa fama de que só funciona de terça a quinta e de que aqui todo mundo tem pelo menos um parente político ou funcionário do governo, e que nessa cidade não acontece nada.
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Vanessa às 16:19 | comentários


Segunda-feira, Abril 08, 2002

Ganhei três cds de presente nesse fim-de-semana. Um deles foi o Acústico do Roberto Carlos. Já tinha algum tempo que eu queria uma coletânea dele, e quando saiu o Acústico, achei que tinha vindo a calhar, porque a seleção das canções é interessante, e as versões também.
O ruim é ouvir aquelas letras mudadas, como se não fosse permitido falar do mal. Em Além do Horizonte só ficou esquisito ouvir uma letra diferente do que a gente já estava habituado, mas não chegou a ficar incoerente. Mas em É preciso saber viver ficou ridículo, mesmo: "se o bem e o bem existem você pode escolher"... Que eu saiba, uma escolha pode acontecer entre duas opções diferentes, senão, que escolha é essa? Enfim, cada doido com sua mania...
O disco é bom. O que mata são aquelas duas canções (faixas 8 e 9) em que o Rei chora a perda de sua amada esposa. Acho legal ele falar disso, mas as canções são chatas, fazer o quê?

O outro cd foi o do Djavan. O começo é legal, depois vai ficando meio pentelho, parecido com o Bicho Solto. A primeira faixa é um forró nota 10, e no meio tem Milagreiro, a faixa-título, que vem com uma surpreendente particiapação de Cássia Eller. Embora eles nunca tenham cantado juntos antes, essa combinação já estava fadada ao acerto, como se percebe pela interpretação que Cássia faz de Pétala em seu 3º álbum. Pena que não houve tempo pra esse casamento musical nos dar mais filhos.
Tenho de ouvir mais o Milagreiro (disco) pra ter uma opinião mais consistente, mas de cara o que ficou foi que ele está melhor que o Bicho Solto, mas não tão bom como o Coisa de Acender. Fica assim num nível como o do Malásia, talvez um pouco pior...

E o terceiro cd foi o MtV Ao vivo do Skank. Esse eu já queria ter há algum tempo, porque é uma coletânea, mas tem canções que eu não tenho (ou só uma canção?), e porque temos todos os discos deles, mesmo. Um amigo do Marcus disse que foi ao show deles e não gostou, que o "cara" é muito boçal (é assim que se escreve?). Não duvido nada, o Samuel Rosa tem mesmo a maior cara de babaca, de metido. O que o salva é que por enquanto faz boa música...
O cd é legal, mas não dá pra perdoar a versão chicana de Wrapped around your fingers, do Police. Ficou ridículo, estilo Menudo, mesmo, nem ao menos se parece com as coisas do Ricky Martin, pra parecer um pouco mais moderno. Intragável!

Minhas aquisições podem não ser muito atuais, mas talvez seja bom pra reforçar que não é pra falar de lançamentos que o Atalanta foi feito. Tá valendo...
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Vanessa às 15:52 | comentários




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