Para ouvir:

Sortimento
Difícil afirmar isso, principalmente pra uma fã tão incondicional como eu, mas tenho considerado muito a possibilidade de encarar o Sortimento como o melhor disco da Zélia Duncan. Diria que é um dos discos obrigatórios de quem gosta da "nova" música brasileira.
Saraiva
Americanas.com
Submarino
Som Livre

Para ver:

Clube da Luta
Acho que mesmo que eu adorasse filme de porrada não teria gostado tanto de Clube da Luta. É surpreendente, tudo bem, mas o que me conquistou nele foi a loucura, que eu identifiquei como muito próxima da minha.
Saraiva (VHS)
Saraiva (DVD)
DVD World (DVD)
Submarino (DVD)

Para ler:

Diário Noturno
Sempre gostei de brincadeiras com a nossa Língua. Mas o livro do Gabriel, pra mim, vai além disso: é mesmo um instrumento de trabalho, que eu já aproveitei como exercício de articulação dos sons da fala, e vou usar em questões referentes a leitura e escrita. Recomendo especialmente para os fonoaudiólogos que me visitam.
Submarino
Saraiva
Sodiler
Siciliano

Para navegar:
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Aleatório
Lista
Sexta-feira, Maio 24, 2002

Outro dia, no Programa do Jô (tenho exercitado minha paciência assistindo ao programa porque têm aparecido entrevistas interessantes), vi e ouvi a Patrícia Marx falando sobre seu novo trabalho. Ela está lançando um álbum pela Trama, gravadora do João Marcelo Bôscoli. O Clique Music traz uma matéria sobre o lançamento, e traça vários elogios sobre o novo trabalho da cantora.
Eu, particularmente, gostei muito do que ouvi. Fico aliviada quando uma boa cantora consegue tomar as rédeas da própria carreira e produzir canções de melhor qualidade.
No caso da Patrícia, o caso de ter começado cedo tem duas vertentes. A primeira diz respeito ao fato de ter sempre sido submetida às exigências de mercado e de gravadoras preocupadas com o sucesso (= vendas). Por outro lado, como ela ainda é muito nova, tem tempo de conseguir reverter sua imagem como cantora, produzindo discos que lhe dêem mais prazer.
Espero que esse talento se consolide e que essa virada não se resuma a um único cd.
Por Vanessa às 10:50 | comentários


Segunda-feira, Maio 06, 2002

Estou ouvindo o novo disco da Rita Ribeiro. Já ouvi algumas vezes, mas não tinha sido com calma, como agora, sozinha no trabalho (!?), escrevendo e mexendo no computador.
O disco está muito bom, mesmo. A Rita tem uma voz rara, limpa, nem grave demais nem muito aguda, ela faz uns passeios por sua tessitura vocal com a maior propriedade, o que deixa as canções mais lindas ainda do que já são (as regravadas), e faz logo a gente se encantar com as canções novas.
Ao contrário do que senti ao ouvir o segundo álbum da Ana Carolina, esse disco da Rita não faz a gente ouvir com ansiedade até que chegue "a canção que toca no rádio". A gente vai escutando, e quando chega na Contra o tempo, que é a sétima faixa, a gente pensa: "ah, essa é a que toca no rádio!", e continua ouvindo sem sentir necessidade de repeti-la. Lindas também são Comigo, em que a letra diz "você vai comigo aonde eu for, você vai bem se vem comigo, serei teu amigo e teu bem, fica bem, mas fica só comigo", e Uma noite sem você, cujo trecho mais doído é esse: "uma noite sem você é muito tempo e uma vida sem você é muito pouco".
A Tati comentou que a Rita Ribeiro, assim como o Lenine, está cada vez mais "urbana". Não sei bem como vejo isso, mas penso que se essa urbanidade significar que ela vai ficar mais perto do público fora do Maranhão, tá valendo, porque agora o que eu mais gostaria é de vê-la ao vivo. Isso porque sempre que gosto de alguém novo, o show ao vivo costuma reafirmar o talento da pessoa e aumentar meu gosto por ouvi-la.
Pois que venha a Rita Ribeiro pra Brasília, pra eu matar mais essa vontade. Mas espera eu ter dinheiro, tá, Rita?
Por Vanessa às 16:54 | comentários


Domingo, Maio 05, 2002

Misticismo
Na semana passada fomos ao teatro ver
Os Melhores do Mundo. Quando os vi pela primeira vez ainda eram A Culpa é da Mãe, e confesso que fui muito resistente, porque nunca gostei muito de comédia. Naquele tempo eu nem via Casseta & Planeta, se bem que já lia O Planeta Diário e a Revista do Casseta. Enfim, quando assisti aOs Melhores do Mundo, ou à Culpa é da Mãe, fiquei surpresa com o humor inteligente, e comecei a não ficar tão resitente assim ao riso. Por isso a comparação com o Casseta, porque ambos os grupos fazem graça com o que há de atual e cotidiano, a gente se vê nas charges, e isso descontrai.
Como eu ia dizendo, na semana passada fomos ao teatro ver Misticismo. É uma sátira dos diversos tipos de crença, como espiritismo, catolicismo, evangelhismo, esoterismo, entre outras. Achei interessante como a sátira da igreja evangélica foi a que causou maior desconforto entre a platéia, provavelmente porque os crentes não costumam mesmo ter muita auto-crítica com relação às mazelas de suas igrejas...
Eu, como espírita que sou, posso falar do quadro que mostrava um jovem noivo querendo que um médium de um centro espírita o ajudasse a falar com sua mãe desemncarnada, para lhe avisar de seu casamento no mês seguinte. Depois de muitas tentativas, o médium acaba "recebendo" o tio do jovem, que aparentemente era um sacana quando encarnado. O velho tenta convencer seu sobrinho a "ir para lá" logo, dizendo que lá é muito bom. Que lá tem "várias coisas boas, como música ao vivo - se é que se pode chamar de ao vivo, né? - com show de muita gente boa. Tem show do Tim Maia, do Renato Russo, do Cazuza... Tem um show que estreiou há uns três meses, ótimo, o show da Cássia Eller. E teve também um cara que marcou um show mas que não veio, não sei por que, ficou todo mundo esperando, era o show do Herbert Vianna..."
Eu amei!
Por Vanessa às 10:30 | comentários




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